sábado, 15 de março de 2014

O suposto milagre em Israel e os comentários à notícia

Já experimentaram fazer um comentário na edição online de um jornal? Foi o que eu fiz há umas horas atrás. Mas como em todos os casos, para isso tive que me registar primeiramente. Fi-lo no JN, depois de ler os comentários feitos à notícia, "Estátua da Virgem Maria "chora" lágrimas de óleo em Israel".
Se as minhas palavras fossem no mesmo sentido das dos anteriores comentários, era uma questão de segundos, até poderem ser lidas como as demais. Porém, atendendo à apregoada liberdade de expressão que os jornais tanto defendem quando um texto pode chocar a opinião pública, o meu comentário não foi publicado.
Está a ser confuso para si isto de dizer que o meu comentário não foi publicado, por causa da liberdade de expressão? Chegámos então ao busílis da questão:
O que aqui denuncio, é precisamente a hipocrisia de quantos defendem esse direito e que com ele se escudam, fazendo-o sempre que procuram "legalizar" ideias que agridem a moral do povo. É, pois, nessas alturas, que evocam a liberdade de expressão. E ai de quem entenda calá-los, ainda que se trate de uma abominação...
Curiosamente, por entender que assiste ao jornal a liberdade de publicar todo e qualquer tipo de opinião, as palavras que escrevi não ofendiam nem o jornal nem os leitores que nele deixaram as maiores blasfemas.
Fica, pois, provado, para aqueles que ainda tinham dúvidas, o que é que interessa e o que não interessa ao jornal, provando-se ao mesmo tempo sob que poder está hoje a comunicação social.
Copie o link, e veja a notícia e os tão ofensivos comentários.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/MundoInsolito/Interior.aspx?content_id=3720480

1 comentário:

Francisco Melo disse...

É isso aí! Independente de ser ou não um milagre genuíno - nem comento isso -, o que li de comentários, cheios de ódio, ignorância (que vem do orgulho borbulhante), vaidade, maldade, mostra a infelicidade e alienação dessas pessoas. Tais pessoas, assim tão amargas, não podem ser felizes.
O título, «mundo insólito», já mostra a influência alienante da ideologia ateia-materialista, e está errado: os comentários é que são insólitos e de mentalidades insólitas.